POR QUE ESTA
SENSAÇÃO?
Me perco nas lembranças...
Cabelos ao vento... de vez em quando as tranças...
Esperanças!
Ó não!
Aquela janela... o olhar se derramando.
Paisagens lindas.
O perfume doce das jabuticabeiras floridas.
Depois os galhos cobertos de frutinhas grudadas.
A carroça.
O burro, os arreios.
O pó do paiol.
Os gatos... os miados...
As cabras... o rio, o barulho da cachoeira... os bambuais...
Os balanços.
Uma música fazendo eco no meu peito.
Pés descalços quando livres daquelas incomodas botas.
Eu a correr, a tentar... o amanhã a buscar.
Querendo alcançar um lugar.
Hoje aqui... querendo voltar.
Me pergunto por que esta sensação de inutilidade.
Se tudo teve gosto de verdade.
Se houve tanta felicidade.
Me perco nas lembranças...
Cabelos ao vento... de vez em quando as tranças...
Esperanças!
Ó não!
Aquela janela... o olhar se derramando.
Paisagens lindas.
O perfume doce das jabuticabeiras floridas.
Depois os galhos cobertos de frutinhas grudadas.
A carroça.
O burro, os arreios.
O pó do paiol.
Os gatos... os miados...
As cabras... o rio, o barulho da cachoeira... os bambuais...
Os balanços.
Uma música fazendo eco no meu peito.
Pés descalços quando livres daquelas incomodas botas.
Eu a correr, a tentar... o amanhã a buscar.
Querendo alcançar um lugar.
Hoje aqui... querendo voltar.
Me pergunto por que esta sensação de inutilidade.
Se tudo teve gosto de verdade.
Se houve tanta felicidade.
sonia delsin

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